Polícia Militar desarticula ponto de tráfico na "Boca da Gorducha" e prende três em Anajás

Operação no bairro Cidade Nova II resultou na apreensão de porções de "oxi" e revelou que os detidos possuem extenso histórico criminal por roubo e homicídio.


Foto: Divulgação


Uma ação de patrulhamento ostensivo da Polícia Militar resultou na prisão de três homens e no fechamento de um ponto de comercialização de entorpecentes na noite desta terça-feira (31), no município de Anajás, no Marajó. A intervenção ocorreu por volta das 21h30, no bairro Cidade Nova II.


A guarnição realizava rondas pela área quando avistou três indivíduos em atitude suspeita em frente a uma residência amplamente conhecida no meio policial como “Boca da Gorducha”. Ao notar a aproximação da viatura, um dos suspeitos tentou se desfazer de uma prova engolindo um objeto.


Durante a abordagem e revista pessoal, um dos supeitos acabou cuspindo uma porção de substância análoga a oxi. Questionado pelos policiais, ele confessou que havia acabado de adquirir a droga dos outros dois homens que estavam com ele no local.


Dando continuidade à diligência, os outros dois suspeitos admitiram que havia mais entorpecentes escondidos dentro da casa. Após uma busca minuciosa no imóvel, os militares encontraram uma pedra bruta de aproximadamente 21 gramas de oxi, que ainda seria fracionada para a venda ao consumidor final.


Os três suspeitos foram conduzidos à Delegacia de Polícia Civil de Anajás para a formalização do flagrante. Todos foram apresentados à autoridade policial sem lesões aparentes.


Já na unidade policial, a consulta aos sistemas integrados de segurança revelou o perfil dos detidos. Um dos suspeitos, conhecido pelo vulgo “Edinho”, possui uma ficha criminal extensa. Além de ser reincidente no crime de tráfico de drogas, "Edinho" já tem passagens por roubo (Art. 157) e responde criminalmente por homicídio (Art. 121).


O outro comparsa também já possui antecedentes criminais pelo crime de tráfico de drogas. O caso segue agora sob os cuidados da Polícia Civil, que deve investigar a origem dos celulares apreendidos e a rede de distribuição que operava no local.

Postar um comentário

Postagem Anterior Próxima Postagem