Ocorrência
registrada atrás do Ginásio Dicamor envolveu disparos de revólver calibre. 38;
autor afirmou que estava sendo perseguido e tentou inicialmente realizar
disparo de advertência.
Um desentendimento ocorrido neste último domingo (08), culminou em dois
homens feridos a tiros e uma apresentação voluntária à polícia no município de
Chaves, no Arquipélago do Marajó. O caso, que teve como cenário as proximidades
do Ginásio Dicamor, está sendo tratado inicialmente sob a alegação de legítima
defesa por parte do autor dos disparos.
De acordo com o relato do homem que se apresentou à Polícia Militar, a
confusão teria começado minutos antes dos disparos. Ele afirmou que estava
sendo perseguido por dois indivíduos e que, ao ser encurralado em uma rua atrás
do ginásio municipal, a dupla tentou agredi-lo fisicamente.
Sentindo-se acuado pela superioridade numérica, o homem sacou um
revólver calibre. 38. Segundo seu depoimento, ele seguiu uma progressão no uso
da força. Ele realizou um disparo para o alto para tentar afastar os agressores,
sem sucesso. Diante do avanço de um dos homens, disparou contra a mão esquerda
do agressor. Com a insistência do segundo indivíduo, efetuou um disparo que
atingiu a região do tórax.
Após os disparos, o autor fugiu do local e se desfez da arma. No
entanto, ao avistar uma viatura em patrulhamento ostensivo, decidiu abordar os
policiais e relatar o ocorrido.
Mesmo alegando nervosismo, o homem colaborou com a guarnição e indicou o
local onde havia escondido o armamento. Após buscas, a polícia localizou um
revólver Taurus calibre. 38, contendo três munições deflagradas
e uma intacta.
Ao chegar no local do crime para averiguação, a PM foi informada por
populares que os feridos já haviam sido socorridos e levados ao Hospital
Municipal de Chaves. Na unidade de saúde, os militares confirmaram que os
baleados são dois irmãos. O estado de saúde atualizado das vítimas
não foi divulgado até o fechamento desta reportagem.
O autor dos disparos foi conduzido à Delegacia de Polícia Civil de
Chaves para a prestação de depoimento e entrega da arma apreendida. A
autoridade policial agora deve investigar se a versão de legítima defesa se
sustenta através de perícia técnica e oitiva de testemunhas.
O caso segue sob investigação para esclarecer a motivação do
desentendimento inicial que desencadeou a perseguição e o subsequente tiroteio.
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